Chuvas levam enchente ao rio Sena, em Paris, e margens ficam inundadas

Água cobriu pés de estátua considerada 'parâmetro' para medir as enchentes na capital da França. Trabalhadores de barcos de turismo, parados com a pandemia, foram convocados para limpar as embarcações.


Chuvas contínuas em Paris, na França, aumentaram o nível de água do rio Sena nesta segunda-feira (1º).

A cheia alagou as margens e moveu os barcos estacionados — geralmente usadas para levar turistas pelas águas que cortam a capital francesa, as embarcações estão vazias por causa da pandemia do coronavírus.


O nível da água subiu de 2,92 metros no sábado para 4,15 m nesta segunda. Trabalhadores que atuam nesses barcos foram convocados para limpar as embarcações tomadas pela água, mas a situação ainda deve piorar: a expectativa é de que o nível aumente para 4,5 metros até quarta-feira. A estátua de Zouave, tradicional indicador das cheias no rio Sena, estava inundada até os pés. Ainda é bem menos do que em outras enchentes, como as ocorridas em janeiro de 2018 e junho de 2016, que submergiram a escultura até as coxas.

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