“Fui tratada como uma criminosa”, diz brasileira barrada por polícia de fronteira na França

A servidora pública Flaviana, de Ouro Branco (MG), organizou seus documentos durante meses para vir à França reencontrar o noivo e se casar. Os protocolos foram dificultados aos turistas devido à pandemia de coronavírus, mas, a exemplo de outros países europeus, o governo francês vem abrindo excessões para que casais com uniões estáveis não-formais possam se rever. Com todos os papéis em mão, a mineira não imaginava que, ao chegar no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, seria retida pela polícia de imigração e submetida à ameaças de deportação.




Flaviana chegou a fazer o pedido do salvo-conduto (laissez-passer), documento que vem sendo emitido pelo Ministério da Europa e das Relações Exteriores da França para casais sem uniões formais. Mas vendo a data do casamento se aproximar e sem ter resposta por parte do Consulado-Geral da França no Brasil, a servidora pública se baseou nas informações que constam na página da Embaixada da França no Brasil, segundo as quais brasileiros em união estável não formalizada e sem autorização de residência na França, podem entrar em território francês comprovando convivência duradoura e pública, apresentando provas concretas dessa união”. 

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